Confira algumas páginas desenhas.


Escrevendo o roteiro de "Guignard", eu lembrei de um antigo gibi que contava a história do Marquês de Tamandaré. Fui atrás porque sabia que essa história tinha um gancho inicial interessante: um pai contava ao filho quem foi o Marquês de Tamandaré.
Lendo o Guia Oficial DC Comics – Roteiros, da Opera Graphica Editora, escrito por Dennis O'Neil (ou Denny, como diz Stan Lee, que assina a introdução), eu pincei esse trecho do livro – são exatamente os primeiros parágrafos do guia."Me faça rir. Me faça chorar. Diga qual é o meu lugar no mundo. Me tire de minha pele e me coloque em outra. Mostre-se lugares que nunca visitei e me carregue aos confins do espaço e do tempo. Dê nome aos meus demônios e me ajude a enfrentá-los. Demonstre para mim possibilidades que nunca imaginei e me apresente heróis que me darão coragem e esperança. Alivie minhas mágoas e aumente minha alegria. Me ensine compaixão. Me entretenha e me encante e me ilumine.
Conte-me uma história." (O'NEIL: 2005, p. 9)
Depois de alguns meses pesquisando, agora é hora de pôr a mão na massa. Começo hoje a produzir o meu primeiro projeto de quadrinhos.















É o que nos quer fazer acreditar Brad Meltzer em seu livro The Book of Lies, com lançamento previsto para a semana que vem nos EUA.
Do UOL Diversão e Arte
A primeira história, "O Milagre da Dignidade", é sobre Tio Amos. Considerado um parasita por algumas pessoas da família e um exemplo de dignidade por outras, ele consegue ir da ruína à riqueza e desta de volta à ruína num passe de mágica, caindo em armadilhas que ele mesmo cria. 
"Mágica de Rua", segunda história do livro, fala sobre a sabedoria necessária para sobreviver no "território hostil" da vizinhança. Espécie de parábola, ela mostra como o Primo Mersh consegue vencer três valentões do bairro usando sua esperteza. "Mágica de Rua" fez parte do repertório da peça "Avenida Dropsie", adaptada no Brasil pela Sutil Companhia, de Felipe Hirsch. 
"Um Novo Garoto no Quarteirão", terceira parte de "Pequenos Milagres", busca inspiração em Caspar Hauser - citado por Eisner no prefácio do livro. Um garoto "selvagem" aparece do nada e muda a rotina do bairro, harmonizando as relações entre todos, até que o egoísmo de um dos moradores faz com que ele fuja e todas as desgraças voltem a fazer parte do cotidiano da vizinhança.
Will Eisner termina sua série de "meinsas" (como se chamam os contos da tradição oral judaica) com uma história de amor. "O Anel de Casamento" é sobre a união, por conveniência, de uma muda e um deficiente físico. Trata-se de um conto melancólico sobre egoísmo, traição e perdão. 
São quatro histórias simples, que poderiam ter se passado com qualquer pessoa, em qualquer lugar. O que chama a atenção no álbum - e talvez em toda a obra de Will Eisner - é a maneira como ele transforma personagens e situação ordinários em "Pequenos Milagres". É como se, apesar das páginas em sépia, Eisner de repente "colorisse" o cenário desbotado e em preto-e-branco que estamos acostumados a ver todos os dias.
Pra quem ainda não notou, no terceiro filme da cinessérie dos X-Men, a primeira formação, finalmente, se completa. Ciclope, Jean Grey, Fera, Anjo e Homem de Gelo estão juntos em X-Men 3.



Numa visão zagalliística, X-Men 3 tem 3 núcleos principais que, ora se entendem ora se estranham.
No segundo, está Magneto, que chama os mutantes para uma luta contra os humanos, a fim de subjugá-los, seguindo a teoria darwinista da seleção natural das espécies.
Magneto ataca também ao seu modo, ao lado de Mística e Fanático - Cain Marko, meio-irmão de Xavier -, entre outros. O vilão esponde com violência, como sempre.

Os X-Men contam também com os nossos amigos de costume, Wolverine, Tempestade e Vampira, nessa luta pela paz.

Teremos ainda, de forma mais ativa, Kitty Pride e Colossus. O retorno do gigante russo e da mascote da equipe deverá ser bem explorado, seguindo o que já foi feito em Surpreendentes X-Men, de Joss Wedon e John Cassaday.
Talvez esse filme seja o que mais discutirá a questão do racismo e da intolerância da série. A resposta humana à "ameaça" mutante, buscando uma "cura" para o mal que esta ameaça supostamente representa, se torna tão intransigente quanto a teoria em que Magneto se baseia.
Parece que tudo começou com a divulgação extra-oficial da imagem acima.
Parece que a suposta presença de Venon no novo filme deixou o simbionte querendo ainda mais: não bastava aparecer "vestindo" Eddie Brock, ele queria aparecer dominando Peter Parker, também.
Boatos e a longa espera, por este que promete manter o alto nível dos dois primeiros filmes, em termos de adaptação dos quadrinhos para o cinema.




