quarta-feira, 10 de setembro de 2008

Dick Sprang inspira novo desenho de Batman



Batman: The Brave and the Bold, a nova série do Homem-Morcego, traz uma clara e assumida referência aos desenhos de Dick Sprang. Mais amigável e bem-humorado, o desenho ainda faz referência a Jack Kirby e ao Batman de Adam West.



A nova série é bem diferente do Batman nos últimos 20 anos, mas familiar a tudo que se conhece do personagem nos seus primeiros 30 anos de existência. A cada episódio o morcegão aparecerá ao lado de outro herói do Universo DC.



Outra diferença é que Robin, Comissário Gordon, Alfred, Gotham City, Liga da Justiça os tradicionais vilões não aparecerão na série. A idéia é colocar o personagem em situações fora do seu cenário usual.

Veja algumas imagens de Batman: The Brave and the Bold.



sexta-feira, 5 de setembro de 2008

Frank Miller e a estética de Sin City



Frank Miller revolucionou as adaptações dos quadrinhos para o cinema. Foi algo tão marcante que parecia que ninguém mais poderia repetir o feito, já que a estética e o ritmo viraram marca de Sin City.

Acontece que a repetição veio, e pelas mãos do próprio Miller. The Spirit, nova adaptação com lançamento previsto para 2009, tem a cara de Sin City: o clima noir e uma cor vibrante, destacando algum detalhe - no caso de The Spirit, a gravata vermelha de Denny Colt.



Outro elemento marcante na produção é o abuso de cenários 3D, por meio do chroma key, que "recorta" os atores, facilitando sua inserção em outro cenário.



Samuel L. Jackson, como Octopus


Eva Mendez, como Sand Saref


Gabriel Macht, como Spirit/Denny Colt

Há, é verdade, uma alternância entre cenas em preto e branco e em cores, mas a julgar pelo material de divulgação - incluindo o trailer -, The Spirit adota sim o visual de Sin City".

Sin City foi adaptado dos quadrinhos de Frank Miller pelo diretor Robert Rodriguez, que adotou a estética dos quadrinhos de Miller. O autor de Sin City trabalhou no filme como co-diretor.

Ou seja, a visual adotado por Rodriguez tinha uma justificativa; em The Spirit entende-se que Miller repete o formato, já que a obra de Will Eisner não apresenta (a não ser o clima noir) essas características.

Fica a curiosidade de ver o resultado final disso, enquanto que a espectativa cai vertiginosamente.